Medos e Fobias:
Todos nós somos um pouco tímidos, ansiosos e inseguros em certos ambientes e diante de estranhos. O Medo é um sentimento universal e muito antigo. O medo é um sentimento comum a todas as espécies animais e serve para proteger o indivíduo do perigo.
Raras são as pessoas que nunca se sentiram apreensivas, com dor de cabeça, palpitações, respiração rápida, aperto no peito, diante de situações novas e desconhecidas. Mas quando ele se torna exagerado e leva a situações paralisantes diante do fato (ou objeto) que gera esse sentimento, é preciso atenção. Isso se chama fobia e precisa ser tratado. Em função disso, não se pode tratar do caso como se fosse mera “frescura”.
As fobias atingem cerca de 10% da população. A maioria é de mulheres. Em geral surgem na infância ou adolescência, persistindo na idade adulta se não são tratadas adequadamente. A fobia na verdade é uma crise de pânico desencadeada em situações específicas.
Sintomas:
• Taquicardia, tremores, sudorese e boca seca,
• Sensação de bolo na garganta,
• Dificuldade para falar,
• Rubor e ondas de calor
• Dor de barriga e diarreia,
• Vontade de fazer xixi,
• Tonteiras, falta de ar,
• Mãos geladas e ataque de pânico.
A Terapia:
Diversos estudos, mostram que a Psicoterapia é a forma mais eficaz de tratar as fobias, de forma irreversível.
As primeiras sessões são destinadas a avaliação, o psicólogo precisa conhecer a dinâmica emocional de seu paciente para identificar o diagnóstico correto. Ao entender os verdadeiros motivos das fobias e com base na relação nova de segurança que vai estabelecendo no processo psicoterapêutico a fobia desaparece e não volta.
Uma terapia bem feita modifica as atitudes das pessoas fóbicas, pode transformar comportamentos disfuncionais em comportamentos espontâneos, e eliminar as “travas” emocionais. O paciente é exposto ao seu medo para que ali, no consultório, perceba suas reações e, sob orientação, veja que pode superar os medos irracionais. As pessoas podem sair da psicoterapia com pensamentos melhores e novas e melhores atitudes.
Marque uma consulta com seu médico ou profissional de saúde mental se uma fobia simples estiver interferindo em suas atividades diárias.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
Socorro Leite é Psicóloga Clínica e Organizacional. Possui com Pós Graduação em Neurociências e Terapia Familiar Sistêmica e de Casais pela Unifesp, possui a especialização em Psicologia Hospitalar no CEPPS e formação técnica em Home Care pela PUC. Autora dos livros-caixinhas "Vamos Falar de Egoísmo", "Interpretação de Texto" e "Jogo da Imitação - Emoções" publicados pela Editora Matrix.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Timidez:
Timidez:
A timidez atrapalha a vida de milhões de pessoas que sofrem caladas. Pessoas tímidas geralmente não têm muitos amigos e não conseguem lutar por seus direitos e de expressar suas próprias opiniões ou valores.
A timidez atrapalha o crescimento pessoal e profissional. É uma auto-avaliação negativa, criando um desconforto e inibição em situações de interação social. A timidez é considerada uma doença quando passa a causar sofrimento ao indivíduo que sofre com ela e quando afeta o seu relacionamento com a própria família e amigos.
Crianças e adolescentes tímidos sentem dificuldade em fazer valer os seus direitos e expressar as suas opiniões e valores. Já em adultos, poderão sentir dificuldade em prosseguir na sua carreira, em trabalhar em equipe e muitas vezes consome bebida alcoólica como meio de desinibição em situações de interação social. No entanto, uma criança inibida não está condenada a ser um adulto retraído.
Sintomas:
A timidez atrapalha a vida de milhões de pessoas que sofrem caladas. Pessoas tímidas geralmente não têm muitos amigos e não conseguem lutar por seus direitos e de expressar suas próprias opiniões ou valores.
A timidez atrapalha o crescimento pessoal e profissional. É uma auto-avaliação negativa, criando um desconforto e inibição em situações de interação social. A timidez é considerada uma doença quando passa a causar sofrimento ao indivíduo que sofre com ela e quando afeta o seu relacionamento com a própria família e amigos.
Crianças e adolescentes tímidos sentem dificuldade em fazer valer os seus direitos e expressar as suas opiniões e valores. Já em adultos, poderão sentir dificuldade em prosseguir na sua carreira, em trabalhar em equipe e muitas vezes consome bebida alcoólica como meio de desinibição em situações de interação social. No entanto, uma criança inibida não está condenada a ser um adulto retraído.
Sintomas:
- Elevada ansiedade, taquicardias;
- Suor repentino e excessivo;
- Aperto no peito e/ou no estômago;
- Ficar vermelho e ter dificuldade em falar com desconhecidos;
- Mãos trêmulas, baixo volume de voz e gagueira;
- Frases desconexas; Inibição e passividade;
- Medo de enfrentar o diferente ou o novo;
- Auto-Imagem negativa;
- Medo de parecer "bobo" diante dos outros;
- Reduzida expressão corporal;
- Sentimentos de vergonha, tristeza e solidão.
A Terapia:
A terapia vai gerar uma alteração na maneira como a pessoa encara cada situação e também aprimoram-se habilidades sociais. O tratamento tem a proposta de aliviar a ansiedade, reforçar a autoestima, despertar o interesses e construção de novas habilidades.
Através da terapia o paciente vai aprender a romper a timidez e promover novas mudanças no modo de pensar e de atuar no mundo.Durante o processo psicoterápico o paciente vai conhecer as verdadeiras causas da sua timidez. A terapia vai também proporcionar, através do autoconhecimento, um aumento da autoconfiança da pessoa para que ela possa, em pouco tempo, romper esta barreira e facilitar o seu dia-a-dia.
Caso você perceba em você um medo muito grande de interagir com os outros, busque orientação de um profissional que possa lhe ajudar, para que possa sentir-se melhor. Supere a timidez e vença a inibição.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
- Suor repentino e excessivo;
- Aperto no peito e/ou no estômago;
- Ficar vermelho e ter dificuldade em falar com desconhecidos;
- Mãos trêmulas, baixo volume de voz e gagueira;
- Frases desconexas; Inibição e passividade;
- Medo de enfrentar o diferente ou o novo;
- Auto-Imagem negativa;
- Medo de parecer "bobo" diante dos outros;
- Reduzida expressão corporal;
- Sentimentos de vergonha, tristeza e solidão.
A Terapia:
A terapia vai gerar uma alteração na maneira como a pessoa encara cada situação e também aprimoram-se habilidades sociais. O tratamento tem a proposta de aliviar a ansiedade, reforçar a autoestima, despertar o interesses e construção de novas habilidades.
Através da terapia o paciente vai aprender a romper a timidez e promover novas mudanças no modo de pensar e de atuar no mundo.Durante o processo psicoterápico o paciente vai conhecer as verdadeiras causas da sua timidez. A terapia vai também proporcionar, através do autoconhecimento, um aumento da autoconfiança da pessoa para que ela possa, em pouco tempo, romper esta barreira e facilitar o seu dia-a-dia.
Caso você perceba em você um medo muito grande de interagir com os outros, busque orientação de um profissional que possa lhe ajudar, para que possa sentir-se melhor. Supere a timidez e vença a inibição.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Síndrome do Pânico
Síndrome do pânico:
A síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade que gera ataques de medo intenso. Normalmente são pessoas extremamente produtivas, costumam assumir grandes responsabilidades e afazeres, são perfeccionistas, muito exigentes consigo mesmas e não costumam aceitar bem os erros ou imprevistos. O mais importante e mais difícil problema a ser resolvido em relação ao tratamento da Síndrome do Pânico é, exatamente, convencer o paciente de que seu problema é emocional e que tem tratamento.
A síndrome do pânico não é loucura, nem "brincadeira ou bobagem", entretanto, é um problema sério de saúde. Uma curiosidade interessante que envolve o transtorno do pânico é que, segundo alguns estudos, 90% dos seus pacientes acreditam que têm um problema físico, e não um problema psiquiátrico ou psicológico. Normalmente, a pessoa que sofre desse distúrbio costuma passar por cardiologistas, clínicos, hospitais e laboratórios, mas, na maioria dos casos, não apresenta nenhum problema físico.
A pessoa com a sindrome do pânico vive em uma constante situação de ansiedade, tanto em ações que poderia despertar a alegria como, também, a raiva. Não há uma causa definida para a síndrome se manifestar e pode ocorrer de um momento para outro e atinge qualquer indivíduo, particularmente entre os 10 e 40 anos. A síndrome do pânico é uma doença que vai paralisando a vida do paciente gradualmente.
A síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade que gera ataques de medo intenso. Normalmente são pessoas extremamente produtivas, costumam assumir grandes responsabilidades e afazeres, são perfeccionistas, muito exigentes consigo mesmas e não costumam aceitar bem os erros ou imprevistos. O mais importante e mais difícil problema a ser resolvido em relação ao tratamento da Síndrome do Pânico é, exatamente, convencer o paciente de que seu problema é emocional e que tem tratamento.
A síndrome do pânico não é loucura, nem "brincadeira ou bobagem", entretanto, é um problema sério de saúde. Uma curiosidade interessante que envolve o transtorno do pânico é que, segundo alguns estudos, 90% dos seus pacientes acreditam que têm um problema físico, e não um problema psiquiátrico ou psicológico. Normalmente, a pessoa que sofre desse distúrbio costuma passar por cardiologistas, clínicos, hospitais e laboratórios, mas, na maioria dos casos, não apresenta nenhum problema físico.
A pessoa com a sindrome do pânico vive em uma constante situação de ansiedade, tanto em ações que poderia despertar a alegria como, também, a raiva. Não há uma causa definida para a síndrome se manifestar e pode ocorrer de um momento para outro e atinge qualquer indivíduo, particularmente entre os 10 e 40 anos. A síndrome do pânico é uma doença que vai paralisando a vida do paciente gradualmente.
| Sintomas: | |
| - Taquicardia, dificuldade de respirar - Vertigem, tontura, tremores e náuseas - Desconforto abdominal e perda do foco visual - Sudorese e ondas de calor ou frio - Sensação de iminência da morte - Ressecamento na boca, perda de memória - Sensação de estar passando por um ataque cardíaco - Sensação de parar de respirar, falta de ar - Medo de sair de casa desacompanhado | - Suor frio, aceleração cardíaca e mal estar geral - Medo de vomitar em publico e de ter dor de barriga - Medo de perder o controle, de ficar preso em algum lugar - Sensação de estar “enouquecendo” ou de indiferença - Desrealização – Sensação de que o ambiente não é real - Despersonalização – Sensação de você não ser você mesmo - Dormência ou formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto - Dificuldade em se concentrar no que está acontecendo ao seu redor |
A terapia:
O objetivo do tratamento é ajudar o paciente agir normalmente na vida cotidiana,reduzindo ao máximo o elevado nível de estresse . No tratamento é enfatizado a importância de se aprender a colocar limites nas relações interpessoais, entender que não se deve viver para agradar outras pessoas e que não se deve sentir responsável por todos e por tudo.
Consiste em poucas sessões para ajudar o paciente a mudar de atitudes, sair de situações difíceis e, principalmente ver os problemas com mais objetividade, ficando, portanto, mais fáceis de serem resolvidos.
Através da terapia ,o paciente vai entender e controlar as visões distorcidas dos estressores da vida, reconhecer e substituir os pensamentos que causam pânico e gerenciar o estresse. O pânico não desaparece espontaneamente; ao contrário, tende a agravar com o tempo.
A terapia costuma trazer bons resultados já a partir do início. Dependendo da determinação do paciente e sua possibilidade de fazer as tarefas propostas entre as sessões, o tratamento pode ser bastante rápido. A síndrome do pânico quando não tratada, produz sérias conseqüências na vida pessoal, profissional e afetiva de uma pessoa. Quanto mais precoce o tratamento, maiores as chances de superação.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
Consiste em poucas sessões para ajudar o paciente a mudar de atitudes, sair de situações difíceis e, principalmente ver os problemas com mais objetividade, ficando, portanto, mais fáceis de serem resolvidos.
Através da terapia ,o paciente vai entender e controlar as visões distorcidas dos estressores da vida, reconhecer e substituir os pensamentos que causam pânico e gerenciar o estresse. O pânico não desaparece espontaneamente; ao contrário, tende a agravar com o tempo.
A terapia costuma trazer bons resultados já a partir do início. Dependendo da determinação do paciente e sua possibilidade de fazer as tarefas propostas entre as sessões, o tratamento pode ser bastante rápido. A síndrome do pânico quando não tratada, produz sérias conseqüências na vida pessoal, profissional e afetiva de uma pessoa. Quanto mais precoce o tratamento, maiores as chances de superação.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Estresse
Estresse:
Sintomas:
- Fadiga mental, angústia e irritabilidade e insônia.
- Aumento do suor e falta de concentração.
- Mãos frias, desajustes hormonais.
- Perda do apetite, ansiedade, cansaço físico, autoestima baixa.
- Dores nas costas, no pescoço e na cabeça.
A Terapia:O primeiro passo é identificar a causa do estresse e verificar se é possível afastá-la. Se não for, é preciso criar estratégias para resolvê-la.
A terapia tem a finalidade de identificar e combater o stress revitalizando a mente e o corpo.
O paciente vai aprender a controlar as emoções para se tornar uma pessoa mais equilibrada, tanto na vida pessoal quanto profissional.
O tratamento visa promover a confiança, reavaliar hábitos e mostrar que o estresse tem solução e pode ser evitado utilizando o poder da comunicação.
Caso sinta que não está conseguindo lidar com seu estresse, não hesite em buscar uma ajuda de um psicólogo, antes que o problema se torne mais grave.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
A organização mundial de Saúde afirma que o "Estresse" é uma "epidemia global".
O estresse pode ser causado por qualquer situação ou sensação que o faz se sentir frustrado, irritado ou ansioso. O estresse pode levar à pressão alta, obesidade, doenças cardíacas, ansiedade, depressão.
O quadro de estresse é desencadeado principalmente naquelas pessoas que trabalham e/ou estudam muito e dormem pouco, nos indivíduos que se alimentam mal, nas pessoas privadas de momentos de lazer entre outras.
O estresse pode ser causado por qualquer situação ou sensação que o faz se sentir frustrado, irritado ou ansioso. O estresse pode levar à pressão alta, obesidade, doenças cardíacas, ansiedade, depressão.
O quadro de estresse é desencadeado principalmente naquelas pessoas que trabalham e/ou estudam muito e dormem pouco, nos indivíduos que se alimentam mal, nas pessoas privadas de momentos de lazer entre outras.
Sintomas:
- Fadiga mental, angústia e irritabilidade e insônia.
- Aumento do suor e falta de concentração.
- Mãos frias, desajustes hormonais.
- Perda do apetite, ansiedade, cansaço físico, autoestima baixa.
- Dores nas costas, no pescoço e na cabeça.
A Terapia:O primeiro passo é identificar a causa do estresse e verificar se é possível afastá-la. Se não for, é preciso criar estratégias para resolvê-la.
A terapia tem a finalidade de identificar e combater o stress revitalizando a mente e o corpo.
O paciente vai aprender a controlar as emoções para se tornar uma pessoa mais equilibrada, tanto na vida pessoal quanto profissional.
O tratamento visa promover a confiança, reavaliar hábitos e mostrar que o estresse tem solução e pode ser evitado utilizando o poder da comunicação.
Caso sinta que não está conseguindo lidar com seu estresse, não hesite em buscar uma ajuda de um psicólogo, antes que o problema se torne mais grave.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
TOC e Manias
TOC e Manias:
TOC e mania agem de maneiras diferentes. As manias são comportamentos repetitivos, gerados por crenças ou superstições. O problema, porém, é quando os sintomas se agravam e viram um TOC, caracterizado pela presença de obsessões ou compulsões recorrentes e tão severas para fazer com que o paciente passe a ocupar boa parte do tempo com elas, causando muito desconforto e comprometimento a sua vida.
O Transtorno obsessivo-compulsivo consiste na combinação de obsessões e compulsões. As obsessões são pensamentos recorrentes e insistentes que se caracterizam por serem desagradáveis, repulsivos e contrários à índole do paciente.As compulsões são gestos, rituais ou ações sempre iguais, repetitivas e incontroláveis. No transtorno obsessivo-compulsivo os dois tipos de sintomas quase sempre estão juntos, mas pode haver a predominância de um sobre o outro. Um paciente pode ser mais obsessivo que compulsivo ou mais compulsivo do que obsessivo.
Freqüentemente as pessoas acometidas por este transtorno escondem de amigos e familiares essas idéias e comportamentos, tanto por vergonha, quanto por terem noção do absurdo das exigências auto-impostas. A pessoa é dominada por pensamentos desagradáveis de natureza sexual, religiosa, agressiva entre outros, que são difíceis de afastar de sua mente, parecem sem sentido e são aliviados temporariamente por determinados comportamentos. O TOC pode ser leve, moderado ou grave, mas sempre requer tratamento, ou seja, o TOC é tratável, mas não é curável. No entanto, é possível conviver com a doença, desde que tenha acompanhamento de médicos ou psicólogos. O componente genético tem grande influência no desenvolvimento da doença. Por isso, é relevante saber se alguém já teve a doença ou os sintomas na família.
Sintomas:
Os sintomas obsessivos mais comuns são:
- Medo de ser contaminado por germes ou sujeira ou outros contaminantes
- Medo de causar dano a si mesmo ou a outros
- Pensamentos “proibidos” envolvendo sexo ou religião;
- Dúvidas morais e religiosas
- Medo de perder ou não ter as coisas que pode precisar
- Ordem e simetria: a ideia de que tudo deve estar alinhado “de determinada forma”
- Superstições, excessiva atenção para algo considerado como de sorte ou de azar
- Imaginar-se perdendo o controle Os comportamentos compulsivos mais comuns são:
- Excesso de controle das coisas, como fechaduras, eletrodomésticos e interruptores.
- Repetidamente fazer verificações a entes queridos para se certificar de que eles estão seguros.
- Contagem, batidas, repetição de certas palavras, ou fazer outras coisas sem sentido para reduzir a ansiedade.
- Lavar-se para se descontaminar
- Arranjar as coisas, arrumar as coisas excessivamente.
- Orar excessivamente ou a prática de rituais religiosos provocados pelo medo.
- Acumulação de “lixo”, tais como jornais velhos, revistas e embalagens vazias de comida, ou outras coisas que você não vê utilidade.
- Tocar e contar objetos
A Terapia:
O primeiro passo é conscientizar o paciente e sua família sobre a doença e seu tratamento. Há muitos casos de negação da pessoa e também da família, pois é uma doença crônica e requer o médico por perto durante toda a vida na maior parte dos casos. No entanto, é aconselhável que os profissionais solicitem auxílio aos familiares e amigos do paciente, pois todas as pessoas ao redor do portador dessa desordem exercem um papel muito importante.
O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado nos sintomas do paciente. Nenhum exame laboratorial ou de imagem é utilizado para o diagnóstico. O psicólogo ajudará o paciente a entender seu medo disfuncional e dos esquemas de responsabilidade, e junto com seu paciente modificará as interpretações irrealistas.
Uma grande parte da terapia para o TOC ensina formas saudáveis, adequadas e eficazes de responder a pensamentos obsessivos, sem recorrer a um comportamento compulsivo. É necessário também que se trabalhe o fortalecimento das habilidades sociais do paciente, uma vez que esses pacientes costumam ter seu círculo de amizade, muito pobre ou até mesmo inexistente, seja por vergonha ou gravidade.
Se isso acontece com você, o melhor a fazer é procurar ajuda profissional, tanto de um Psiquiatra ou de um Psicólogo que entendam do assunto.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
TOC e mania agem de maneiras diferentes. As manias são comportamentos repetitivos, gerados por crenças ou superstições. O problema, porém, é quando os sintomas se agravam e viram um TOC, caracterizado pela presença de obsessões ou compulsões recorrentes e tão severas para fazer com que o paciente passe a ocupar boa parte do tempo com elas, causando muito desconforto e comprometimento a sua vida.
O Transtorno obsessivo-compulsivo consiste na combinação de obsessões e compulsões. As obsessões são pensamentos recorrentes e insistentes que se caracterizam por serem desagradáveis, repulsivos e contrários à índole do paciente.As compulsões são gestos, rituais ou ações sempre iguais, repetitivas e incontroláveis. No transtorno obsessivo-compulsivo os dois tipos de sintomas quase sempre estão juntos, mas pode haver a predominância de um sobre o outro. Um paciente pode ser mais obsessivo que compulsivo ou mais compulsivo do que obsessivo.
Freqüentemente as pessoas acometidas por este transtorno escondem de amigos e familiares essas idéias e comportamentos, tanto por vergonha, quanto por terem noção do absurdo das exigências auto-impostas. A pessoa é dominada por pensamentos desagradáveis de natureza sexual, religiosa, agressiva entre outros, que são difíceis de afastar de sua mente, parecem sem sentido e são aliviados temporariamente por determinados comportamentos. O TOC pode ser leve, moderado ou grave, mas sempre requer tratamento, ou seja, o TOC é tratável, mas não é curável. No entanto, é possível conviver com a doença, desde que tenha acompanhamento de médicos ou psicólogos. O componente genético tem grande influência no desenvolvimento da doença. Por isso, é relevante saber se alguém já teve a doença ou os sintomas na família.
Sintomas:
Os sintomas obsessivos mais comuns são:
- Medo de ser contaminado por germes ou sujeira ou outros contaminantes
- Medo de causar dano a si mesmo ou a outros
- Pensamentos “proibidos” envolvendo sexo ou religião;
- Dúvidas morais e religiosas
- Medo de perder ou não ter as coisas que pode precisar
- Ordem e simetria: a ideia de que tudo deve estar alinhado “de determinada forma”
- Superstições, excessiva atenção para algo considerado como de sorte ou de azar
- Imaginar-se perdendo o controle Os comportamentos compulsivos mais comuns são:
- Excesso de controle das coisas, como fechaduras, eletrodomésticos e interruptores.
- Repetidamente fazer verificações a entes queridos para se certificar de que eles estão seguros.
- Contagem, batidas, repetição de certas palavras, ou fazer outras coisas sem sentido para reduzir a ansiedade.
- Lavar-se para se descontaminar
- Arranjar as coisas, arrumar as coisas excessivamente.
- Orar excessivamente ou a prática de rituais religiosos provocados pelo medo.
- Acumulação de “lixo”, tais como jornais velhos, revistas e embalagens vazias de comida, ou outras coisas que você não vê utilidade.
- Tocar e contar objetos
A Terapia:
O primeiro passo é conscientizar o paciente e sua família sobre a doença e seu tratamento. Há muitos casos de negação da pessoa e também da família, pois é uma doença crônica e requer o médico por perto durante toda a vida na maior parte dos casos. No entanto, é aconselhável que os profissionais solicitem auxílio aos familiares e amigos do paciente, pois todas as pessoas ao redor do portador dessa desordem exercem um papel muito importante.
O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado nos sintomas do paciente. Nenhum exame laboratorial ou de imagem é utilizado para o diagnóstico. O psicólogo ajudará o paciente a entender seu medo disfuncional e dos esquemas de responsabilidade, e junto com seu paciente modificará as interpretações irrealistas.
Uma grande parte da terapia para o TOC ensina formas saudáveis, adequadas e eficazes de responder a pensamentos obsessivos, sem recorrer a um comportamento compulsivo. É necessário também que se trabalhe o fortalecimento das habilidades sociais do paciente, uma vez que esses pacientes costumam ter seu círculo de amizade, muito pobre ou até mesmo inexistente, seja por vergonha ou gravidade.
Se isso acontece com você, o melhor a fazer é procurar ajuda profissional, tanto de um Psiquiatra ou de um Psicólogo que entendam do assunto.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Depressão
Depressão:
- Achar que não vale a pena viver e chorar à toa
- Dificuldade de concentração e perda de energia e interesse
- Sensação de que nunca vai melhorar e inquietação
- Dificuldade para chorar e dificuldade de terminar as tarefas
- Sentimento de pena de si mesmo e pensamentos da pessoa depressiva
- Lentificação das atividades e dificuldade para iniciar tarefas
- Sensação de que nunca vai melhorar e persistência de pensamentos negativos
- Sentimentos de culpa injustificáveis e boca ressecada, constipação e insônia
- Perda de peso, apetite e perda do desejo sexual
A Terapia : Na terapia a pessoa aprende a tornar conscientes os seus pensamentos automáticos, aprende a questionar os pensamentos disfuncionais e a mudar as crenças que estão eliciando esses pensamentos negativos.
Inicialmente, o terapeuta trabalha no sentido de devolver ao paciente a flexibilidade através da análise de suas cognições, a fim de promover mudanças nas emoções e comportamentos. A readaptação dos pensamentos automáticos e das crenças disfuncionais provoca mudanças positivas nas emoções e no comportamento.
A terapia vai ajudar a enfrentar e resolver os problemas, a reconhecer os padrões de comportamento repetitivo, rever a sua história de vida sob outro ângulo, lidar melhor com as crises existenciais, melhora o autoconhecimento e o amadurecimento pessoal. O mais importante é que o paciente saiba que depressão tem tratamento e a pessoa pode melhorar muito sua qualidade de vida. Agende sua consulta.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
Atualmente, a depressão afeta 340 milhões de pessoas em todo o mundo, ou seja, uma em cada cinco pessoas em algum momento da vida já apresentou ou apresentará quadro depressivo.
A depressão é uma doença que possui episódios de longa duração, provocando prejuízo psicossocial e físico, e em alguns casos, alto risco de suicídio.Ninguém é imune à depressão por toda a vida. Sentir-se abatido, desmotivado e triste algumas vezes é normal, mas sentir depressão não.
Quando este sentimento perdura por semanas e não apresenta motivos lógicos para tanto, é necessário procurar ajuda porque a depressão aniquila a vontade e o interesse por quase tudo que cerca a vida.
Um ponto curioso em relação à depressão é a memória da pessoa depressiva, pois ela tende a lembrar só das coisas negativas, dos problemas não resolvidos, das mancadas que deu ou que deram com ela, e os eventos positivos vão para o esquecimento. Depressão não é tristeza. É uma doença que precisa de tratamento.
Sintomas:- Alterações do apetite e de sono e sentimento de pesar ou fracasso
- Dificuldade de tomar decisões e irritabilidade ou impaciênciaA depressão é uma doença que possui episódios de longa duração, provocando prejuízo psicossocial e físico, e em alguns casos, alto risco de suicídio.Ninguém é imune à depressão por toda a vida. Sentir-se abatido, desmotivado e triste algumas vezes é normal, mas sentir depressão não.
Quando este sentimento perdura por semanas e não apresenta motivos lógicos para tanto, é necessário procurar ajuda porque a depressão aniquila a vontade e o interesse por quase tudo que cerca a vida.
Um ponto curioso em relação à depressão é a memória da pessoa depressiva, pois ela tende a lembrar só das coisas negativas, dos problemas não resolvidos, das mancadas que deu ou que deram com ela, e os eventos positivos vão para o esquecimento. Depressão não é tristeza. É uma doença que precisa de tratamento.
Sintomas:- Alterações do apetite e de sono e sentimento de pesar ou fracasso
- Achar que não vale a pena viver e chorar à toa
- Dificuldade de concentração e perda de energia e interesse
- Sensação de que nunca vai melhorar e inquietação
- Dificuldade para chorar e dificuldade de terminar as tarefas
- Sentimento de pena de si mesmo e pensamentos da pessoa depressiva
- Lentificação das atividades e dificuldade para iniciar tarefas
- Sensação de que nunca vai melhorar e persistência de pensamentos negativos
- Sentimentos de culpa injustificáveis e boca ressecada, constipação e insônia
- Perda de peso, apetite e perda do desejo sexual
A Terapia : Na terapia a pessoa aprende a tornar conscientes os seus pensamentos automáticos, aprende a questionar os pensamentos disfuncionais e a mudar as crenças que estão eliciando esses pensamentos negativos.
Inicialmente, o terapeuta trabalha no sentido de devolver ao paciente a flexibilidade através da análise de suas cognições, a fim de promover mudanças nas emoções e comportamentos. A readaptação dos pensamentos automáticos e das crenças disfuncionais provoca mudanças positivas nas emoções e no comportamento.
A terapia vai ajudar a enfrentar e resolver os problemas, a reconhecer os padrões de comportamento repetitivo, rever a sua história de vida sob outro ângulo, lidar melhor com as crises existenciais, melhora o autoconhecimento e o amadurecimento pessoal. O mais importante é que o paciente saiba que depressão tem tratamento e a pessoa pode melhorar muito sua qualidade de vida. Agende sua consulta.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Ciúmes
Ciúmes:De todas as emoções que o ser humano apresenta, o ciúme é um dos mais comuns e inquietantes. Todos nós, alguma vez, já o sentimos. Ciúme é sinal de pura insegurança e falta de confiança.
Sentir ciúme é normal, mas, algumas pessoas sofrem demasiadamente com o ciúme, fazendo de sua vida e da vida de outras pessoas um verdadeiro tormento. Por isso, o ciúme não deve ser considerado como um sentimento banal e infantil, mas, sim, ser visto como uma doença que nos desequilibra e enfraquece.
O ciúme surge como um mecanismo inconsciente que procura controlar e reter o outro só para si. A necessidade de posse é um dos traços fortes do ciúme.
Sintomas:
- Vários telefonemas diários e não aceitam que a pessoa não possa ou não queira atender sempre.
- Implicam com roupas, decotes, penteados, perfumes.
- Interrogatórios excessivos para pegar contradições.
- Seguem e contratam detetives.
- Gastam horas parados na porta da vítima para ver se surpreendem visitas secretas ou saídas não informadas.
- Checam contas telefônicas.
- Interrogam porteiros para saber se a pessoa saiu ou recebeu visitas.
- Andam ao lado da pessoa na rua, observando para onde ela dirige o olhar.
- Discussões frequentes e cenas de ciúmes.Sentir ciúme é normal, mas, algumas pessoas sofrem demasiadamente com o ciúme, fazendo de sua vida e da vida de outras pessoas um verdadeiro tormento. Por isso, o ciúme não deve ser considerado como um sentimento banal e infantil, mas, sim, ser visto como uma doença que nos desequilibra e enfraquece.
O ciúme surge como um mecanismo inconsciente que procura controlar e reter o outro só para si. A necessidade de posse é um dos traços fortes do ciúme.
Sintomas:
- Vários telefonemas diários e não aceitam que a pessoa não possa ou não queira atender sempre.
- Implicam com roupas, decotes, penteados, perfumes.
- Interrogatórios excessivos para pegar contradições.
- Seguem e contratam detetives.
- Gastam horas parados na porta da vítima para ver se surpreendem visitas secretas ou saídas não informadas.
- Checam contas telefônicas.
- Interrogam porteiros para saber se a pessoa saiu ou recebeu visitas.
- Andam ao lado da pessoa na rua, observando para onde ela dirige o olhar.
- Escolta pessoal para todo o lado.
- Sensação de baixa autoestima e paranóia.
- Ansiedade crônica e depressão.
- Acusações de infidelidade e interferência na vida social.
- Fazem juras de amor sem aceitar o quanto são egoístas.
- Ameaçam, agridem, podem chegar a matar a vítima.
- Ameaçam se suicidar.
A Terapia: Através da terapia o paciente vai lidar com alguma mágoa passada que tenha forjado essa característica na personalidade do paciente. O paciente aprende que ele tem que se amar em primeiro lugar, para depois amar alguém.
Nas sessões, o paciente vai poder restabelecer o autocontrole das emoções, melhorar a autoestima e aprender a ter relacionamentos afetivos saudáveis. O objetivo da terapia é conduzir o paciente a transformar seu estilo de vida e construir relacionamentos interpessoais com qualidade. O tratamento é a melhor forma da pessoa acordar e ver que pode tentar ser melhor.
O ciúme quando incomoda e atrapalha deve ser tratado para não se tornar patológico.Por isso, se você acha que tem esses sentimentos pouco saudáveis, procure a ajuda de um profissional. Aprenda a lidar com o ciúme. Assim você vai poder ter uma vida mais feliz e tranquila novamente.
*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.
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